Mais um fim-de-semana na companhia da caixinha (no meu caso, caixinhas, já que tanto o televisor como o monitor servem
), em que aproveitei para ver alguns filmes recentes e outros um pouco mais velhinhos.

“The Mist” - a mais recente adaptação de uma curta do genial Stephen King, que eu há tanto tempo ansiava ver. Depois de ter lido o livro, confesso que estava reticente em relação ao resultado desta transposição para o grande ecrã, mas na minha opinião o filme está bem conseguido. Prendeu-me ao ecrã durante as mais de 2 horas de duração e ainda conseguiu-me pregrar uns bons sustos. O filme está bastante fiel ao livro, exceptuando a parte final (que achei um pouco forçada).
Nota: 6.5/10

“Panny z Wilka” - Um clássico do cinema polaco, um filme de 1979 (na altura nomeado para o óscar de melhor filme estrangeiro) realizado pelo já reconhecido Andrzej Wajda. O filme trata a história de um homem, que após a morte do seu melhor amigo, decide ir passar uns tempos a casa dos seus tios, no campo. Visita a casa das suas vizinhas, em Wilko, onde aparentemente, mesmo após 15 anos, estas ainda não conseguiram esquecer o amor que por ele sentiam. Trata-se de uma obra que, apesar de bem filmada, não é tão interessante quanto eu teria gostado. Apesar disso, vale pelas magníficas paisagens da Polónia e pelos bons desempenhos dos actores.
Nota: 5/10

“No Country for Old Men” – A maior desilusão… Estava à espera de muito melhor. Depois dos excelentes comentários e dos oscares, pergunto-me, o que andam os senhores da academia a fazer? Na minha opinião, um filme vulgar, que teve a sorte de ganhar a visibilidade em Hollywood. Salva-se a interpretação de Tommy Lee Jones (melhor em “In the Valley of Elah”).
Nota: 4/10

“Noise” – Para uma tarde de domingo bem passada, esta comédia veio mesmo a calhar. Quantos de nós não se encontraram alguma vez na pele do herói deste filme, que simplesmente vai enloquecendo aos poucos, com todo o barulho dos alarmes dos carros, em Nova Iorque, ao ponto de começar a vandalizar os carros, para lhes desligar os alarmes. Excelente interpretação do Tim Robbins e uma história bastante original.
Nota: 6/10

“Die Fälscher” – Fora do circuito dos filmes comerciais que tanto predominam nos nossos cinemas, este “Die Fälscher” (Os Falsificadores), retrata a vida de um falsificador de notas judeu, durante a 2ª Guerra Mundial, em que é preso e enviado para um campo de concentração, sendo seleccionado posteriormente para se tornar um dos Falsificadores ao serviço dos Nazis, cujo único intuito é o de inundar o mercado com notas falsas, atacando os ingleses e os americanos.Justo vencedor do óscar de melhor filme estrangeiro deste ano.
Nota: 6/10